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Classificação dos insetidas

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Postado por admin | Categoria: Doenças e Pragas | 27-06-2009

Os inseticida sao classificados de acordo com sua formulação química:

  • Organoclorado;
  • Benzoil Uréia;
  • Diacilhidrazina;
  • Neonicotinóide;
  • Nicotinóide;
  • Organofosforados;
  • Organofosforados sistêmicos;
  • Amidino Hidrazona
  • Carbamato;
  • Carbamato Sistêmico;
  • Ditiocarbamato;
  • Ciclodienoclorados;
  • Bioinseticidas;
  • Triazinamina;
  • Feniltiouréia;
  • Piretróide;
  • Pirazol
  • Miscelânea.

Fotossíntese - O que é? Como acontece?

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Postado por admin | Categoria: Outros Assuntos | 23-04-2009

É resumidamente a maneira que a planta sintetiza seus próprios alimentos, este alimento que é utilizado pela planta para execução de várias funções vitais. Sendo sua eficiência fator determinante da produtividade agrícola. A energia armazenada nesse alimento é liberada através da respiração.

Tendo a luz solar como principal fonte, as plantas, algas e alguns tipos de bactérias convertem a energia física da luz solar em energia química,  que é essencial para a manutenção de todas a formas de vida aqui existentes. A fotossíntese pode ser definida como um processo físico-químico, endotérmico e anabólico, mediante qual os organismos fotossintéticos sintetizam compostos orgânicos a partir de matéria-prima inorgânica, na presença de luz solar, isto é, há incorporação de energia e construção de matéria orgânica. O processo fotossintético das plantas ocorre nos cloroplastos e resulta na liberação de oxigênio molecular e na captura de dióxido de carbono da atmosfera, que é utilizado para sintetizar carboidratos.

A respiração é um processo exotérmico e catabólico, ou seja, ocorre liberação de energia e desdobramento (destruição) da matéria orgânica. Do equilíbrio entre estes dois processos dependem, em grande parte, a nutrição e o desenvolvimento da planta.

 

Fotossíntese:

12 H2O + 6 CO2         à          C6H12O6  +  6 O2  + 6 H2O

                           Luz Clorofila

 

Respiração:

C6H12O6  +  6 O2  à 6 H2O  +  6 CO2

 

 

Durante o dia, as plantas respiram e fazem a fotossíntese e, durante a noite, apenas respiram. Quando a fotossíntese é mais intensa que a respiração, a planta desenvolve-se bem e acumula material de reserva. O material de reserva deve ser suficiente para garantir a vida da planta durante o dia e durante a noite, pois o consumo é constante. Plantas que consomem mais do que produzem tendem a definhar.

Até certo ponto, aumentando a intensidade da luz, há aumento na intensidade da fotossíntese. Já a respiração é um processo que independe da intensidade luminosa; este pode aumentar sem que haja aumento de taxa respiratória.

A intensidade luminosa na qual a taxa de fotossíntese se iguala a da respiração é denominada ponto de compensação fótica, ou ponto de compensação. Nessa intensidade de luz, todo o açúcar e O2  produzidos pela fotossíntese são consumidos pela respiração, e todo CO2 produzido na respiração é utilizado pela fotossíntese, não havendo energia de sobra, ou saldo energético, diz-se então que a planta está em equilíbrio energético.

Abaixo do ponto de compensação, a taxa de fotossíntese é menor que a de respiração e, portanto, a planta está consumindo mais do que produz. As plantas não podem permanecer muito tempo abaixo do ponto de compensação nem exatamente nele, pois não teriam reservas para o período que apenas respiram. Acima do Ponto de Compensação elas tem condições de armazenar reservas , importantes para a sua sobrevivência.

O Valor do Ponto de Compensação varia dependendo da espécie. Algumas estão adaptadas a viver em locais expostos ao sol, necessitando altas intensidades de luz para a realização eficiente da fotossíntese. Essas plantas possuem um alto Ponto de Compensação e são chamadas plantas de sol ou heliófilas. Outras, ao contrário, estão adaptadas a viver em locais mais protegidos da luz, realizando fotossíntese de modo eficiente mesmo em intensidade luminosa baixa. Estas plantas possuem baixo Ponto de Compensação e são chamadas plantas de sombra ou umbrófilas. 

Em plantas cultivadas, uma análise dos avanços agrícolas mostra que uma vez atingido um alto nível de tecnologia de manejo agrícola, a produtividade das principais culturas apresenta uma tendência de estabilização. Investigações fisiológicas e genéticas da produtividade das plantas mostram que a produtividade potencial ainda não foi atingida inteiramente, sendo o primeiro fator a ser citado como limitante da produtividade é a fotossíntese, cuja eficiência é extremamente baixa. Ainda que ganhos de produtividade tenho sido conseguidos nas culturas pelo aumento da área foliar, por mudanças na relação de biomassa vegetativa e reprodutiva, além de outras propriedades morfológicas, é bastante evidente que as pesquisas de melhoramento de plantas não foram dirigidas para o aperfeiçoamento do aparato fotossintético (fotossíntese).  

A experiência mundial mostra que as possibilidades de incremento de produtividade pela melhor utilização de água, nutrientes, energia luminosa e outros fatores, estão relacionados com o melhoramento da estrutura de copa  do aparato fotossintético  em bases genéticas e fisiológicas. Por outro lado a relação entre fotossíntese e produtividade é muito complexa, a inexistência de uma relação sempre direta entre elas é provavelmente explicada pela dependência da produtividade por outros fatores, como a assimilação líquida, duração do período vegetativo, respiração, etc.

A produtividade da planta é resultado de processos e reações complexas e diversas que ocorrem com influência das condições externas. A produtividade final depende:

- quantidade de energia incidente

- quantidade da energia interceptada e absorvida (excitação eletrônica)

- quantidade de energia convertida (fixação de CO2)

- quantidade de energia transportada para as partes úteis da planta (participação de assimilados)

- metabolismo nas partes úteis da planta (eficiência na utilização)

O primeiro fator depende quase que exclusivamente das condições de isolação, sendo manejado a nível de campo através de sombreamento, ou a nível de laboratório por filtração ou iluminação controladas. Os demais fatores podem ser manipulados geneticamente e por manejo cultural.

A formação do dossel e sua influência sobre a fotossíntese e a produtividade das plantas está principalmente relacionada com a quantidade de energia interceptada e absorvida e com a quantidade de energia que incide sobre as plantas, os outros fatores dependem muito mais da eficiência de passos bioquímicos e da morfologia vascular.

Na soja, (em específico) o crescimento e o desenvolvimento são medidos pela quantidade de massa seca (matéria seca) acumulada na planta. Com exceção da água, a massa seca consiste em tudo que se encontra na planta, incluindo carboidratos, proteínas, lipídeos e nutrientes minerais. A planta de soja produz a maior parte da sua massa seca por meio de um processo único, denominado fotossíntese. Durante a fotossíntese, a energia luminosa gerada pelo sol promove um processo no interior da planta, onde o dióxido de carbono proveniente do ar junto com a água proveniente do solo combinam-se para produzir açúcares (compostos carbonados longos).

Esses açúcares produzidos pela fotossíntese, junto com os nutrientes minerais obtidos do solo, são os ingredientes básicos necessários para a elaboração dos carboidratos, proteínas e lipídeos da matéria seca. Na prática, o crescimento, desenvolvimento e rendimento da soja resultam da interação entre o potencial genético de um determinado cultivar com o ambiente. Existe interação perfeita entre a planta de soja e o ambiente, de maneira que, quando ocorrem mudanças no ambiente, também ocorrem no desenvolvimento da planta. Todos os cultivares têm um potencial máximo de rendimento que é geneticamente determinado. Esse potencial de rendimento genético somente é obtido quando as condições ambientais são perfeitas, sendo que estas não existem naturalmente.

Em condições de campo, a natureza proporciona a maior parte das influências ambientais sobre o desenvolvimento e rendimento da soja. Entretanto, os produtores, através de práticas de manejo já comprovadas, podem manipular o ambiente de produção.

Logo, é tarefa do produtor providenciar o melhor ambiente possível para o crescimento da soja, usando práticas de manejo tais como cultivo e adubação criteriosa do solo, seleção dos cultivares e densidade de plantas mais adequada, controle das plantas daninhas e das pragas, além de muitas outras.

As combinações dessas práticas variam em diferentes situações de produção e níveis de manejo. Entretanto, independente de uma situação específica, o produtor precisa saber como a soja cresce e se desenvolve. O produtor que conhece a planta de soja pode usar de maneira mais eficiente as práticas de manejo para obter maiores rendimentos e lucros.

 

 

 

            Literatura Citada

 

·                           Lopes, Sônia. Fotossíntese e Quimiossíntese. Bio Volume 1, 5ª Edição 1999, p. 175-182, Editora Saraiva.

·                           Bernardes, Marcos Silveira. Ecofisiologia da Produção Agrícola, Associação Brasileira para Pesquisa da Potassa e Fosfato, p. 13-17, Editora Gráfica Ltda.

·                            www.ufv.br

Como Funciona um Ceasa (São José - SC)

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Postado por admin | Categoria: Mercado | 23-04-2009

Funciona como um elo de ligação entre o produtor e o mercado consumidor. Reúne mais de 1300 produtores nas três unidades catarinenses, com vendas somente em varejo. Chegou a comercializar ano de 2002 265 mil toneladas de produtos, onde 50% destes eram do estado de Santa Catarina, sendo que nem 20% de produtos do estado passou por um dos estabelecimentos.

Os portões se abrem as 4:00 horas da manhã para o início da comercialização, que tem um espaço de 10 hectares, onde envolvem produtores, atacadistas, operadores, clientes internos e externos, colaboradores e diretoria, o comércio e feito pelos próprios produtores que ocupam a chamada pedra, e os boxistas ou colaboradores que são comerciantes donos de boxes. A pedra funciona  rotativamente, onde o agricultor paga uma taxa conforme a quantidade da mercadoria que traz, tem uma área de 2,5 por 3 metros, e é proibida a comercialização de produtos de fora do estado. Os boxes, são comprados pelos boxistas que além disso, tem de contribuir com uma certa taxa de manutenção mensal, e ao contrário da pedra pode-se comercializar produtos de fora do estado e até do país.

Além de tudo, o Ceasa de Santa Catarina tem em vista grandes projetos voltados para várias áreas, com grandes parcerias, entre eles o da Comercialização da Agricultura Familiar, onde implantarão de certa forma um Box para cada município para o beneficiamento para pequenos agricultores com novas oportunidades financeiras. Aos sábados implantar uma Feira, onde está sendo estudado a venda em varejo e eventos, e ainda o Projeto Nutrir, onde o excesso de produção e desperdícios melhores planejados, onde cerca de 15% se perde do produtor ao consumidor, e  no Ceasa em torno de 2%, são industrializados por detentos e distribuídos por entidades sociais, como igrejas.

Características gerais das aves:

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Postado por admin | Categoria: Avicultura | 22-04-2009

As aves são vertebrados que descendem dos répteis e após passarem por um período evolutivo complicado, pertencem ao reino animal, filo dos vertebrados e classe das aves, atualmente possuem as seguintes características:

São vertebrados amniotas, alantoidianos e homeotérmicos;

 

Têm o corpo coberto por penas, que protegem o corpo da perda de calor e auxiliam o vôo;

A boca é um bico, sem dentes que pode variar de forma e de tamanho conforme a espécie, sendo estas adaptações ao tipo de alimentação, os maxilares foram transformados em bicos e atualmente são desprovidos de dentes;

Escamas nas pernas e nos pés (heranças deixadas pelos répteis);

 

Têm dois pares de membros: anteriores as asas e posteriores as pernas ou patas. As patas também são adaptadas ao tipo de ambiente em que vive a ave. Cada pé geralmente com quatro dedos, canela e dedos envolvidos por pele cornificada, são bípedes, pela transformação dos membros anteriores em asas, o que lhes permite (na maioria das vezes) voar;

Seu esqueleto é delicado e forte, totalmente ossificado, têm ossos muito leves e às vezes são cheios de ar, ossos pneumáticos, que facilitam o vôo. O esterno é modificado em quilha, facilitando o corte do ar e fixando a musculatura peitoral.

 

Respiração por pulmões compactos muito eficientes, presos às costelas e ligados aos sacos aéreos de paredes finas que se estendem entre os órgãos internos, apresentam um órgão especial a siringe, na base da traquéia, adaptada ao canto.

 

O sistema circulatório é composto de coração e vasos sangüíneos.  O coração tem quatro cavidades no coração, o sangue venoso não se mistura ao sangue arterial. Persiste apenas o arco aórtico direito, glóbulos vermelhos, ovais e biconvexos.

 

O seu sistema digestivo é completo, composto: boca, faringe, esôfago, papo, estômago químico (proventrículo), estômago mecânico (moela), intestino, cloaca e órgãos anexos como o fígado e o pâncreas. Existe ainda a adição de sucos digestivos no proventrículo.

 

As aves não têm bexiga urinária, mas seu sistema urinário é composto pelos rins e ureteres, por este motivo elas não conseguem acumular a urina, que se mistura com as fezes e é eliminada pela cloaca, como uma secreção semi-sólida.

 

Apresentam dimorfismo sexual, isto é, o macho e a fêmea são muito diferentes.Têm sexos separados e são ovíparas. A sua fecundação é interna e ocorre no oviduto, antes da formação da casca calcária, são então eliminados pela cloaca. Seus ovos apresentam âmnio, cório, saco vitelino e alantóide e ao eclodir os filhotes são alimentados e vigiados pelos pais.

 

As aves têm a audição e a visão muito desenvolvidas. A visão é muito aguçada e conseguem visualizar objetos a longa distância, seus ouvidos são melhores que os dos répteis. Algumas ainda apresentam um bom olfato.

 

São homeotermas, isto é têm sangue quente, que se mantém com a queima dos alimentos e com auxílio das penas, que servem como isolante térmico. São chamadas de endotérmicas, pois a temperatura do corpo essencialmente é constante.

 

Sua pele é recoberta por penas e com glândulas, as aves aquáticas apresentam na cauda a glândula uropigiana para impermeabilizar as penas.

 

Seu cerebelo é bastante desenvolvido, pois este órgão está relacionado ao equilíbrio durante o vôo. São capazes de voar longas distâncias e retornar ao ponto de partida. Apresentam doze pares de nervos cranianos.

 

O movimento das asas durante o vôo é devido principalmente aos grandes músculos peitorais. Em cada lado do grande peitoral origina-se da parte externa da quilha do osso esterno e insere-se na cabeça do úmero.